Propósito, emoção e influência.

Irmãos, reparai, pois, na vossa vocação; visto que não foram chamados muitos sábios segundo a carne, nem muitos poderosos, nem muito nobres de nascimento;” 1 Co 1.26

A vida é um espetáculo, e viver nesse palco da existência é uma grande aventura. Todos os dias os ventos da emoção e da influência sopram sobre nossas vidas, trazendo situações, vontades, desejos, pensamentos, estilo, modo de vida, filosofias, religiões, ética, moral e uma crença do certo e errado. O que mais me impressiona é o fato de que tudo o que foi dito é constantemente mutável, uma metamorfose ambulante. O que era lindo de se vestir agora é horrível, a música que era boa se torna ruim, o corte de cabelo, o santo que entra em decadência, etc. Isso é emoção e influência. Diferentemente do propósito ou vocação, pela fé temos a certeza de que algo imutável se tornará concreto na nossa vida quando este é interposto por Deus. Mas, não somos robôs do Senhor, pré-progamado para executar atividades diárias até o dia da nossa morte, temos uma vocação que é constantemente atacada pelas emoções e as inluências, o que é extremamante perigoso, pois nem toda emoção e influência é edificante. Paradoxalmente Deus nunca mudou, não vai mudar e seu propósito é eterno, porque Ele é, e sempre será, independente se o mundo mudou do preto para o branco.

A emoção traz consigo uma carga explosiva de sentimentos e prazeres e a razão se torna pequenina dentro do pensamento, deixando a capacidade de escolha minimizada. A emoção traz um só caminho a ser seguido, deixando de lado o que poderia ser completamente melhor em termo de vida e comunhão com Deus. Todo esse sentimentalismo relacionado com a emoção é gerado dentro do próprio homem, no mais íntimo do coração. Se Cristo tive agido pela emoção ele não teria consumado a obra da cruz (Mt 26:39). Concerteza, nós somos cheios de emoções.

Diferentemente da emoção, a influência vem de fora pra dentro, nas mais diversas situações. Somos influenciáveis e influênciados. Exercemos no decorrer da nossa trajetória ‘poder’ de ditar o que achamos melhor, e nem sempre influênciamos o que Deus quer. A influência também pode ser perigoso, pois sendo ela universal, acaba por fazer um certo tipo de ‘lei temporal’ sobre o que é verdadeiro, deixando para última instância o que é eterno. Por exemplo: a mídia. A todo momento ela dita, influêncía, impregna o que dizem ser realmente bom, e nós sendo seres captadores de muitas utopias, acabamos por adentrar nesse  mundo imaginário. Outro exemplo é a própria igreja, que muitas vezes dita para o homem uma certa moral e ética nada compatível com o evangelho, mas que é resultado de uma influência que começou a ser dissipa porque algumas pessoas acharam que o modo verdadeiro seria único, e esqueçeram que a Graça (pelo amor de Deus entendam o que é Graça, e não graça) é multiforme (1 Pedro 4:10). Concerteza, somos cheios de influências.

Tudo isso esbarra em algo chamado propósito. Todos nós temos um; seja ele no corpo de Cristo, na vida profissional, etc. Propósito é o que almejamos; é sempre o nosso alvo. Estar em Cristo já é um grande propósito, muitas vezes chamado na Bíblia de vocação. A diligência está em não sermos levados pela emoção ou pela influência, que muitas vezes não nos fala a verdade e sim expressam o próprio eu egoísta que vive dentro de nós. Dependendo da situação, a carga negativa da emoção pode levar eu e você a um caminho de morte ou de sofrimento para outras pessoas. Ou também se deixarmos a influência negativista ou filosofica penetrar na nossa alma, acabamos sendo ‘produtos’ de um pensamento humano. Por isso que as pessoas não fazem escolhas. Preferem abraçar algo que está pronto, do que se colocar corajosamente como responsável pela sua fé.

Creio que nós sabemos, no mais profundo do coração, até que ponto a emoção nos trás a verdade; até que ponto a influência aumenta a vida que há em mim e não nega que eu sou um ser humano com tantos sentimentos. Como Paulo disse que fomos chamados não sábios, nem poderosos, devemos, pela renovação da nossa mente (Rm 12:2), seguir com perseverança, a carreira que nos está proposta.

A ira do Cordeiro

Opa moçada! Depois de algumas semana sem postar e o tempo corrido demais, acabei encontrando um tempinho para escrever um assunto glorioso: a volta de Jesus. Estava até comentando com o pessoal da célula e resolvi discorrer sobre o assunto (que gera um monte de dúvidas).

Obs: antes de começar a ler, é imprescindível que você tenha em mãos uma Bíblia para ler todos os versículos citados e principalmente a ajuda do Espírito Santo.

Muito se fala sobre o fim dos tempos. Jornais, revistas e outras formas de comunicação, já deram uma “palinha” sobre como o mundo iria acabar. Profecias maias, astecas, egípcias, Nostradamus, sociedade secretas, enfim, milhares povos que já esperavam o caos. Não é de admirar-se (pelo menos para mim), que o homem pensasse dessa forma, porque desde que o gênero humano se corrompeu e essa Terra sofreu uma transformação, todos nós, no mais íntimo do coração sabemos: há “uma bomba relógio sobre a Terra”. Um enorme peso chamado pecado que matou o próprio homem e destituiu a Terra de ser saudável.

Antes de conhecer o Senhor Jesus, eu leia muito sobre impérios e reinos antigos, adorava os egípcios e os maias, e achava muito interresante e mistérioso a sua adoração e profecias. Realmente, como o homem está cego. A maior revelação sobre a existência e sobre o fim do mundo se encontra no best-seller mais guardado na cabiçeira da cama: Bíblia Sagrada. Ela nos revela o fim dos tempos e amor de Deus para salvar o homem da ira.

Apesar dos cristãos saberem que a ira do Cordeiro virá sobre o mundo e que nós seremos reconciliados com Deus, muito se fala sobre um assunto de grande discussão: o arrebatamento. Quero expressar a minha opinião sobre o assunto; lembrando que devemos RESPEITAR nossas diferenças teológicas, escatológicas e doutrinárias. Eu creio em um arrebatamento pré-tribulacionista. Existem 3 posições sobre o arrebatamento: pré, meso e pós. A maior enfâse e preocupação que devemos ter é sobre a ordem bíblica e cronológica mais correta de acordo com as escrituras sagradas. O arrebatamento pré se baseia em 3 principais pilares: o cumprimento das 70ª semanas de Daniel, imeditamente començando a tribulação (Dn 9:24-27); também Romanos 5:9, 1 Tessalonicense 1:10 5:9 diz que seremos salvos da ira; e o comparecimento de todos cristãos no tribunal de Cristo (2 Co 5:10) que é diferente do Juízo do trono branco, que fala da ressureição dos injustos (Ap 20:11-15). O livro de Apocalipse nos fala que a grande tribulação é um período de juízo, morte e intenso terror sobre a Terra. Palavras fortes são frequentemente usadas: ira, flagelo, furor, poço do abismo, cólera; mas quem realmente aceita verdadeiramente o filho de Deus, não entra em juízo (João 5:24). É do caratér de Deus livrar seus remidos do seu furor, lembre-se de Noé, Ló, Raabe, Israel etc.

O clímax do estudo sobre o arrebatamento, na minha opinião, se encontra em 1 Tessalonicenses 4:14-18, onde Paulo, o grande apóstolo, nos traz um ensino básico mas revelador da vinda de Cristo: “Porque, se cremos que Jesus morreu e ressurgiu, assim também aos que dormem, Deus, mediante Jesus, os tornará a trazer juntamente com ele. Dizemo-vos, pois, isto pela palavra do Senhor: que nós, os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor, de modo algum precederemos os que já dormem. Porque o Senhor mesmo descerá do céu com grande brado, à voz do arcanjo, ao som da trombeta de Deus, e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que ficarmos vivos seremos arrebatados juntamente com eles, nas nuvens, ao encontro do Senhor nos ares, e assim estaremos para sempre com o Senhor. Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras”. 2 frases são chaves nesses versículos: “ressoada a trombeta”-marcará o fim da história e a vinda de Cristo (Mt 24:31)- “seremos arrebatados”- o encontro nos ares nos dará um novo corpo glorioso, lembrando que os que dormem precedem (Lc 14:14) (1 Jo 3.2, 1 Co 15.51-53). Somente quando a igreja, a noiva santa e restaurada for retirada, é que o homem da iniquidade será revelado (2 Ts 2:7). Ao findar desses acontecimentos, terminando o governo de lucifér (7 anos- Dn 9:24), vem o milênio, o reinado de Cristo ( Ap 20:2). A bodas do Cordeiro antecede o milênio, sendo a visão pré-tribulacionista, correta cronologicamente.

Resumindo, poderiamos colocar outros acontecimentos que nos revelam a vinda do Senhor, mas Jesus nos ensina que a vinda dele será como na época de Noé (Mt 24:38-39): quando se casavam, comiam e bebiam, até que Noé entra na arca, ela sobe e o restante morre. Jesus trouxe princípios espirituais para construirmos uma nova arca chamada igreja. Nós entraremos na arca, subiremos e encontraremos com Ele lá na Glória.

“E o Espírito e a noiva dizem: Vem. E quem ouve, diga: Vem. E quem tem sede, venha; e quem quiser, receba de graça a água da vida.” Ap 22:17

Maranata!

Quem está morto: Deus ou o homem?

Nietzche, famoso filósofo cético e ateu disse há um século atrás uma ousadíssima frase: “Deus está morto”. Mas quem está morto: Deus ou o homem?

No mundo inteiro existem bilhões de pessoas, cada uma semelhante talvez pela cor da pele, cultura, religião, moda, mas totalmente diferente na região chamada emoção. Nesse imenso e maravilhoso planeta, nasçem pessoas dispostas a pensar, a desvendar os mistério do universo e adquirir o conhecimento. Homens e mulheres que buscam títulos acadêmicos, sabedoria e poder. Em um planeta tão populoso,infelizmente, poucos alcançaram ou iram alcançar o deleite pelo conhecimento, como disse Platão.

Muitos ao decorrer da história, expressaram o seu pensamento: uns banalizaram Deus de suas vidas, outros quiseram mudar o mundo, alguns queriam mais dinheiro e poder. Mas qual desses sentimentos e idéias são verdadeiros? Quais deles pendurariam no coração do homem até o fim de sua existência física? Qual desses poderia mudar a sua história para sempre? É impressionante, complexo e glorioso. Ele chama-se Jesus, o mestre de Nazaré.

Quero discorrer sobre um grande e forte exemplo, que eu mesmo passei pela minha vida, e que também serve para ilustrar nosso complexo coração. Nietzche disse que “Deus estava morto”, eu também um dia o disse; matar Deus do pensamento, não acontece do dia pra noite, é um longo processo. Meu ateísmo não era agnosticismo (acreditar em Deus sem qualquer dogma religioso), como a maioria pensa. Era “extirpar” Deus completamente. Ao fazer isso o ateu trava uma grande batalha dentro de si mesmo, pois afirma que o fim da vida é o final de tudo, e que suas emoções e seus sentimentos, desfaleceram em segundos diante da morte. Mas, porque alguém se torno ateu? Afirmo com toda sinceridade que todo ateu é o “deus de si mesmo”. Viram ateus por causa da religião e não por causa de Deus. Mas existem tantas mortes e guerras no mundo? Cadê Deus? A resposta é complexa, mas seu plano não é temporal, transcede o tempo e o próprio universo, ele transpõe a morte. Que ousadia era essa.

Nietzche expressa o pensamento da época em que vivia onde a cultura estava a constante vapor; que a ciência resolveria todas as misérias humanas e por fim destruiria a fé. E que Deus seria um pensamento dos incultos. Os filósofos e ateus morreram, mas as idéias de Cristo perduram até os dias de hoje. Podemos ver o quanto somos pequeninos diante a emoção da nossa vida, criamos idéias e conceitos fúteis, tentamos suprir o vazio de nossa alma com “injeções de serotonina”, pensamos que o material pode irrigar nossa alma. Os EUA, país potente na econômica e exemplar na democrácia, enfrentam grandes problemas com a farmacodepência, discrimição racial e a violência nas escolas. Todovia, o cerne da questão não se encontra nas empresas, nas escolas, no trabalho, se encontra dentro de mim e de você: todos nós seres humanos, que vivem o espetáculo da vida.

O mundo não pode te dar o verdadeiro sentido da vida, nem te oferecer qualquer coisa que transborde o seu coração da verdadeira paz. Jesus, um simples carpinteiro, que se proclamava o filho de Deus, mas não negava sua humanidade, transformou o homem e a história do homem. Ele disse certa vez: “Aquele que tem sede, venha e beba”, somente a Verdade contida nele poderia saciar a sede, não física, mas universal de todos homens. Ninguém, na história da humanidade, ousou dizer tais palavras. Todos nós temos sementes maravilhosas que podem ser usadas para virarem muitos frutos; frutos que vão perpetuar pelas avenidas da eternidade, não pelas ruas dos pensamentos-relâmpagos e das soluções frustadas. Muitos são como Pilatos: ao provar da tamanha sabedoria daquele homem e testificar a sua inocência diante daquela acusação, preferiu “lavar suas mãos”. Muitas vezes lavamos nossas mãos diante das verdades que nos afrontam, escondemos nossas crises e tentamos espelhar uma boa imagem.

Certa vez Jesus disse: “Aprendei de mim que sou manso e humildade”, Ele não queria criar uma nova religião ou dogma, mas objetiva acender aquela pequena chama presente no coração dos homens, chamada AMOR!

Aprender e se colocar como aprendiz é a chave da verdadeira sabedoria.

Vaidades da Vida

“Tudo isto vi nos dias da minha vaidade: há justo que perece na sua justiça, e há ímpio que prolonga os seus dias na sua perversidade. Não sejas demasiadamente justo, nem demasiadamente sábio; por que te destruirias a ti mesmo?” Eclesiastes 7.15-16

O maior espetáculo do universo se chama vida. Viver, amar, sentir, chorar, cantar, sorrir, morrer. Concerteza a nossa vida e o nosso pensamento é bem mais complexo do que os buracos negros que engolem estrelas e planetas inteiros. Não há prazer melhor do que viver, de acordar cedo e sentir o ar fresco, de ir para um rancho ou uma fazenda e olhar as estrelas no céu, de namorar, de presenciar maravilhosos momentos com nossos amigos.

Impressionante é saber que para tantas palavras bonitas descritas neste texto, existem significados diferentes, de acordo com que a pessoa vive. Alguns pensam que viver é andar por ai sem limites, fazer tudo o que viver na cabeça, sem regras. Alguns pensam que amar é ir para uma festa, tomar todas para chegar em uma garota e fazer sexo com ela. Outros conhecem o caminho, a verdade e a vida, mas a soberba os cinge. Realmente é impressionante.

Um dia eu vive assim: a melhor conduta é aquela que eu faço. O meu coração deve se satisfazer com todas minhas vontades, independente do resultado. Não seria hipócrita de disser que viver desse modo, não é bom. Pelo contrário, nos muitos dias de nossas vidas, passamos satisfazendo os caminhos do nosso coração, e isso é prazeroso. Mas descobri e ainda descubro que vários dos nossos caminhos são vaidade. Será que estamos enchendo o nosso coração com coisas perecíveis, que nos corrompem? As vezes, eu e você agimos por vaidade, por influência, escutamos o eu impostor que vive dentro de nós.

Salomão diz em Ec 7 que “há justo que perece na sua justiça, e há ímpio que prolonga os seus dias na sua perversidade.” Se você pensar um pouco verá que não é justo a justiça perecer e a perversidade prolongar os seus dias de vida. Mas apartir desse versículo, conhecemos um pouco mais o nosso coração. Muitas vezes somos invejosos, achamos nossa vida pesada, queremos que as coisas melhorem enquanto o ímpio continua ficando rico, mais “feliz” e cheio de coisas boas. Pois eu te digo que tanto confiar no seu coração (Jr 17:9), como a soberba do ímpio, é vaidade. Porque a perversidade é insensatez e a insensatez, loucura. Qualquer um decepciona ou decepcionou alguém na vida. Todos cometem erros (Rm 3:23). Devemos tomar o devido cuidado, porque podemos nos frutar com as pessoas e com o próprio Deus, achando que o justo pereçe e que o ímpio cresçe. Um dos grandes músicos do Senhor, Asafe, quase vacilou na fé, por confiar nos sentimentos vaidosos do seu coração (Sl 73), mas no final, vence essa batalha.

Um exemplo dessa insensatez do coração é achar que todas pessoas são iguais. Muitos vão em alguma igreja ou comunidade, não gostam, e acabam dizendo erroneamente: ixi, crente é tudo igual. Muitos viram ateus ou perdem a suas esperanças em Deus porque, só enxergaram a religião e não conheceram o Amor pleno. Como é verdade que as aparências enganam… Espelharmos em homens, é olhar para o espelho da vida em angústia.

Salomão nos diz no restante do versículo que não podemos ser demasiamente justo, nem exageradamente sábio, porque assim destruiriamos a nós mesmos (Ec 7:16). De nada vale a sabedoria e a justiça do homem, era isso que Salomão queria dizer. Podemos ver na própria história do homem: nós tentamos fazer justiça, matamos muito mais em guerras. Fomos sábios, criamos as mais diversas tecnologias, mas homem nunca foi tão depressivo. Temos a melhor medicina avançada, mas o homem nunca teve tanto medo de morrer. O verdadeiro conselho e a grande sabedoria provém do Senhor dos Exércitos (Is 28:29). Somente Deus pode responder todas as suas dúvidas existências, responder todos os seus medos e aflições e te mostrar um prazer inesgotável.

Compreender a si mesmo e o mundo que o circunda, é um grande desafio, mas primeiro devemos nos despojar das nossas vaidades.

“Ainda que o pecador faça o mal cem vezes, e os dias se lhe prolonguem, eu sei com certeza que bem sucede aos que temem a Deus.” Eclesistes 8:12

A Competição Predatória

“Mas entre vós não é assim; pelo contrário, quem quiser tornar-se grande entre vós, será esse
o que vos sirva; e quem quiser ser o primeiro entre vós será servo de todos” Mc 10:43,44

Infelizmente vivemos em um mundo que impera o capitalismo, o individualismo e a competição predatória. O mundo moderno insisti que o homem seja uma máquina que atropela seu semelhante, não se importando com o amor, a unidade, o respeito e a sabedoria. Essa competição existia até entre os discípulos de Cristo, e hoje maximizada pela tecnologia, por melhores produtos e bens de serviço.
Mas, em uma época em que não se havia um rua asfaltada, Tiago e João se aproximam do Mestre dos mestres dizendo que Ele lhes concede aquele pedido: “Permite-nos que, na tua glória, nos assentemos um à tua direita e outro à tua esquerda”.
Ao fazerem esse pedido, Tiago e João reivindicavam uma postura muito mais política e material do que espiritual. Os dois discípulos animados pelo trabalho junto ao mestre, pelas multidões que os cercavam, pelos maravilhosos milagres, pensaram na opressão e no
individualismo: queriam, mesmo que inconcientemente, serem maiores que as outros pessoas. Cristo pensava diferente; Ele sabia que num lugar onde reina a competição por ser melhor que o proximo, a inteligência e o amor são sufocados, mortos pelo egísmo.
Não é uma surpresa Tiago e João terem agido dessa maneira, nossa tendência natural é querer se colocar acima dos outros e desejar que o mundo gire em torno de nós. Cristo sabia que não há unidade, mudança e crescimento onde existe individualismo. Podemos ver isso claramente não reação dos outros dez discípulos que se indignaram muito contra eles. Jesus estava no meio deles, queria transforma-los e dize: “Quem quiser tornar-se grande entre vós, será esse o que vos sirva”. Que atitude incontestável, realmente não há aparâmetros para Jesus; aquele que se dizia ser o filho de Deus, queria se mostrar como servo. Tanto é verdade que o próprio Cristo lavou os pés dos seus discípulos. Que lição de humildade. Ao dizer essa palavras, Tiago e João repensaram, se interiorizaram e perceberam que todos os seres humanos gostam de ser tratados com carinho, de ser servido, de serem reconhecidos. Ser grande não é ter bela física acima da média, não é ter muito dinheiro, não ter um grande título a acadêmico, ser grande é servir aqueles que são desprezados, fazer o bem-estar daqueles que carecem. Aquele que quer ser maior tem que se fazer menor.
Jesus buscou transformar seus discípulos e seus seguidores até a sua morte clínica, fazendo-os pensar, questionar e revisar as suas conduta e os seus pensamentos; só assim poderiam inaugurar o igreja de Cristo aqui entre nós. Muitos tentaram vencer a batalha do egoísmo, mas sairam perderores, poruqe não eram servos de verdade. Se apreendermos a criar um clima saudável e sublime entre as pessoas, poderemos reviver a verdadeira hulmidade de servir: amar o próximo como Ele te amou.

“Pois o próprio Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgaste de muitos” Mc 10:45

Música Secular

Olá amigos.

Realmente, este assunto paira sobre a cabeça do cristão, e nos leva à um contexto bíblico e também secular sobre música.
Primeiramente o enfoque da questão é: Música secular é pecado ? Apartir de que ponto eu sou influênciado ? Essa música pode mudar minha conduta ?
Para começar esta pequena analise devemos nos concientizar do básico: O que é pecado ?
Pecado é tudo que afasta o homem de Deus, é transgedir a lei, é ser rebelde contra Deus (1 João 3:4). O príncipio básico da Lei do Senhor é o amor; podemos ver isso tanto nos 10 mandamentos como na vida de Jesus (Mateus 22:37-40).
Na verdade não vemos nem um sim nem um não sobre música secular; essa questão acaba mesmo sendo mais complexa. Vamos analisar a músicalidade de uma canção; a melodia ou instrumentais, exerce um fator mais modificante no pensamento do que a própria letra em si. Podemos ver isso claramente em alguns tipo de letras que nem todos gostam, mas certas melodias que emocionam a todos. Como músico sei disso, a música me levou tanto para o inferno, como me trouxe para Cristo Jesus. Concerteza é um grande paradigma.        Uma das formas de muitos cristãos afirmarem que música secular é pecado, está em observar quem compos ou criou a música. Leonardo Da Vinci era ocultista, mas um grande artista, Beethoven era ateu, Tchaikovsky um infeliz paranóico homossexual. Todos eles apesar de seus defeitos, foram grandes mestres, desenvolveram ainda mais a música, revolucionar a formar de se expressar musicalmente. Dizer que suas músicas são uma abominação e estão contaminadas, é rotular e julgar (Lucas 6:37); a música deve ser analisada por si própria, independente da sua gênese. Não podemos com base no que a denominada pessoa vive, dizer não a sua música e a sua arte, é claro que há a sua escolha.
Gosto de fazer algumas analogias sobre este extenso assunto. Muitos cristãos (creio que a maioria) veêm filmes seculares, que em sua maioria contém cenas de sexo, mortes, violência, descaracterização do casamento, liberdade devassa, bebedices, drogas, e assim por diante. Quando vamos a um restaurante não nos preocupamos se o alimento foi feito por um satanista ou homossexual, pensamos no prazer que a comida me proporcionara. Por outro lado muitos no meio evangélico de sido “estrelas gospel”, construindo um mercado que visa tão somente o bem humano e despreza o espiritual. Quando o apóstolo Paulo se remete a satanás, ele diz que ele é astuto (Efésios 6:11), um ser de muito sutileza e inteligência, com um grande poder de engano. Objetivo dele até no nosso meio é enganar se possível os eleitos. Nada melhor que viver em santidade, obediência e cheio do Consolador.
Como também encontamos erros em nosso meio, não podemos dizer que é pecado se não for evangélico. Por exemplo, poderia ser pecado cantar as virtudes do amor sincero e verdadeiro? Seria pecado cantar as belezas da natureza, de um lugar lindo e inspirador, do qual a pessoa sente saudades? Verdadeiramente, eu não creio que isto seja pecado. O amor sincero e verdadeiro não é um dom divino? A natureza não é criação de Deus? Os sentimentos puros e sinceros não foram implantados no nosso coração pelo Criador?
Pórem vivemos num mundo tenebroso onde jaz o maligno (1 João 5:19), e não temos o controle sobre o bombardeiamento de informações mundanas que recebemos a cada minuto. Temos as novelas, filmes, seriados, amigos, familiares, todos ele nos transmitem mesmo que inconciente uma conduta carnal, e creio que se você tem o espírito Santo de Deus, o seu coração está em Cristo. A verdade de tudo que recebemos em nosso coração, também o discernimento espiritual , deve provir do estudo, da oração e da comunhão com Deus.
Infelizmente a muita hipocrisia no meio evangélico e principalmente no mundo. As pessoas vivem o que não são. Querem ser anjos, mas somos humanos e carecemos da glória de Deus (Romanos 3:23). Vivem como os fariseus que eram os de “terno e gravata”, sábios da Lei, mas que eram sepulcro caiados: Por fora pintado de branco e por dentro morto. Jesus, mesmo com tanto pecado no mundo, não deixou de andar com publicanos, comer com os pecadores, conversar com os excluídos, prostitutas (creio que homosexuais também), de expor o Amor Eterno.
Claro que devemos, ter um certo padrão de escolha em torno das músicas (tanto seculares ou não), precisamos ter um discernimento desse conjunto música e letra: qual a sua mensagem ? Do que ela me fala ? Estou sendo edificado ? E muitas outras perguntas que devem ser respondidas entre você e o Criador. Cada canção deve ser realmente analisada, contextualizada por seus valores e efeitos.
Músicas não devem ser rotuladas, creio que deve estar no contexto de Filipenses 4:8 “Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai.”

Pronto ! Você decide.

Go !

Glória Deus !

Olá amigos.

Estou començando meu blog está semana. Ainda falta vários ajustes e outras coisinhas a serem feitas, mas o melhor e saber que estarei usando uma ferramenta para edificar o mundo: seja ele cristão ou não.

Pelo menos uma vez na semana estarei disponibilizando um estudo dos mais variados temas bíblico e da fé cristã, e outros bastante interessantes (música, notícias, sexualidade etc).

É isso ! Salomão nos diz em provérbios: “O princípio da sabedoria é: Adquire a sabedoria; sim, com tudo que possuis, adquire o conhecimento” Pv 4:7