Archive for Novembro, 2010

A infantilidade do ser

Quando eu era menino, pensava como menino, sentia com imaturidade e tinha valores infantis.  Foi apenas quando eu me tornei um homem que deixei de lado aquilo que me era tão importante quando eu ainda era somente um menino.”   Paulo em 1 Coríntios.

Em meio a tanto frenesi da era dita como revolucionária do modo de pensar; da tecnologia acessível, do “ninguém e de ninguém” ou até mesmo das mínimas vivências psicológicas do prazer imediato, o homem se “abobou em si mesmo”. Sim! É verdade! Como diria a canção do Rappa, existem muitos pescadores de ilusões, cuja a vida é como de uma criança, não no sentido frágil do corpo, mas na fragilidade da mente como ente provedor do sentir.

A vida nesse “duto infantil” cria homens (digo homens e mulheres), incapazes de viver uma vida discernível do ponto de vida sadio, ou seja, onde se possa viver sabendo quem é, desejando emoções concretas, almejando a família e também amando alguém de verdade como marido e mulher. A infantilidade faz seres irresponsáveis em seus atos, como se a vida fosse  uma brincadeira colorida, sem responsabilidades ou consequências em tudo que se faz; também como se os relacionamentos fossem um rascunho ou pedaços de vida, como em banquete onde se prova vários sabores mas que no final não se fica com nenhum, e na maioria das vezes o sabor fica amargo; então parte para outra creche da vida se esqueçendo  da experiência vivida e començando o ciclo idêntico.. só que com cores diferentes…  Pura infantilidade…

Como Paulo diz na sua carta ao Romanos, nossas experiências ruins e também alegres devem gerar em nós a esperença, e ela não se confunde, pois é AMOR, e AMOR sempre molda as pessoas para o melhor. Digo, se suas experiências não melhorarem você, elas são caminhos da morte e não da esperença. Muitas pessoas dizem que certos acontecimentos em suas vidas lhes mudaram, mas maioria ainda continua no mesmo estado, mudando apenas o palco psicológico, sendo os atores os mesmos.

Discernir essa reflexão é fácil. A grande questão está na fuga que a maioria dos homens fazem de si mesmos, quando se confrantam com sua própria infantilidade. Hoje mais do nunca vejo como eu era infantil. Como pensava minimamente da vida e como os valores que considerava sacros, eram puramente desejos infantis instalados em minha alma. Somente quando conheci o AMOR pleno de Deus em mim e que pude perceber que a vida construída por nossos desejos egoístas, narcisistas e de total controle, nada mais são que meras ilusões a satisfazer os anseios pulsantes da alma em inquetude infinita.

Vivemos na era do conformismo e da resistência como diria a canção do Blind Pigs. Ninguém quer virar adulto.. o negócio mesmo é farra. Penso é claro que na fase jovem do existir, esse é um caminho de certo modo natural, mas permanecer nele é infatilidade.. Adultos achando que são adolescentes, adultos com pensamento de adolescentes, adultos fazendo sexo com pensamento adolescente. Pura infatilidade… Diluição do ser.

Esse é o caminho mal do homem que não larga suas infantilidades de modo algum. Prefere vivê-las como num “teenage dream” eterno, ao invés de reverem seus próprios caminhos. Me espanta ver como as pessoas criam modos psicológico de bloqueio de suas experiências. Adoram voltar pro mesmo buraco de lama. Para mim meus erros, até os mais dolorosos, mudaram para melhor a minha vida e pensamento. Para outros, inflaram o mesmo caminho e adicionando falsas esperanças, penvertendo sua própria vida.

Outra infatilidade que muito de nós morremos com ela é o status. Meu Deus! Onde que foram inventar isso? Status? Que poder nós temos sobre a vida, a ponto de pensar que temos controle sobra alguma coisa? Temos controle sobre nossa vida ? Temos controle sobre nossos filhos? Temos controle sobre nosso dinheiro? Temos controle sobre as pessoas que amamos? Nós não temos controle sobre nada! Amanhão eu posso ser acomentido como uma doença e morrer. Pode ocorrer uma quebra financeira e todo meu dinheiro se desvanecer. Pode tudo nesse mundo. Só não pode nada me separar do Amor de Deus. Dái ninguém querer a fé… é difícil demais aceitar as coisas assim… Digo por mim que não é, minha confiança de vida está em Deus; o resto é pura infantilidade…  Status é pura infantilidade…  Auto controle ? A ninguém pertence e a história prova os fatos.

É assim.. somos forçados a seguir a tendência e o conformismo desse inconsciente coletivo sobreposto no mundo, destrilhando a vida e marionetizando as pessoas. O que sobra? Falsos sorrisos, slogans e nada mais.

Esse exercício ninguém quer fazer…  Doí, mas dói para a vida… Muda parâmetros e conceitos. Traz a fé, a esperança e o Amor. As virtudes são aquelas que o medo já não existe mais.. A liberdade é um favor e Deus é o amigo dos pecadores, que sabem que o são, e por isso, não julgam ser melhores do que ninguém; pelo contrário, pedem misercórdia e não sacrifício.

É necessário ter fé e conhecimento do Amor de Deus para começar a trilhar o caminho do adulto. Da vida que é Vida de verdade. Digo que você pode até ser jovem mais não é bobo. Todos temos inumeras infantilidades, mas continuar com elas é mentir para si mesmo; e mentir para si mesmo é a maior idiotice que se pode fazer na vida.

Pense e pense nisto !

Warley Machado

“Your own personal jesus ?”

A construção histórica que os homens fizeram de Jesus Cristo, modificou consideravelmente a forma que entendemos, discutimos ou até mesmo elucidamos, a Verdade Viva que é a “Palavra Revelada”, que se apresentou a nós a mais de 2000 anos atrás, na pessoa de Cristo.

Após a morte para Vida de Jesus, os discípulos começaram a propagar o Evangelho, em cidades do território de Israel, depois indo a regiões de Roma, Antioquia, Constantinopla, etc. Eram pequenos grupos que se reuniam, sob toda sorte de perseguições e perigos de morte, mas que carregam no coração algo muito mais transcendente, que ultrapassa as barreiras físicas que conhecemos e nos transporta para um “universo multiforme”, onde pela fé, todas impossibilidades são possibilidades e vida que nós  conhecemos, não significa nenhuma fagulha do que é a verdadeira Vida.

Toda essa revelação, em sua maioria, era conversada e passada  no “boca a boca”, posto que os seguidores de Jesus naquela época, eram pessoas pobres que não sabiam escrever, e também por um simplicidade que todos nós sabemos que certas sabedorias nunca precisaram de formas construtivas, seja por livros ou laudos científicos. Com o passar do tempo, e a morte daquela “nuvem de testemunhas” que viveram com Jesus, fez-se necessário a criação de certas cartas e livros para os entendimento geral que iria ser transmitido a todos. Paulo é o que mais se dá nesse quesito, escrevendo muitas cartas, que algumas podemos ver na bíblia.
Surge então a figura principal do “abomento cristão” e da forma que as pessoas enxergam Jesus: o imperador Constantino. Em 317, ele assume a “religião do cristianismo” como oficial do império romano, fazendo um sincretismo com diversos cultos pagão, tanto no rito como em datas importantes, que é o caso do natal, comemorado no dia 25 de dezembro, mesmo dia do deus sol. Constantino acaba por criar uma mentalidade pagã de Jesus, como um deus que recebe barganhas ou que por um xamanismo atende nossas preçes.

A história segue com mil e um exemplos de como em nome de Jesus, o homem fez muitas desgraças, caminhos sangue, sem nenhuma misericórdia, que se eu discorre-se aqui, ficaria enorme este texto. Mas a grande questão é que Jesus, nunca esteve acompanhados dessas pessoas e desses pensamentos. Jesus nunca pediu para se criar um estado-igreja onde nós poderiamos fazer uma “empresa da fé”, como quem vende a Vida. Jesus nunca pediu para que se matasse em nome de “terra santa” nenhuma, posto que terra santa é o coração do homem, lá somente plantamos Vida. Jesus nunca pediu para construir alguma doutrina, posto que a única doutrina possível ao homem é o Amor; as outras tem culto de piedade mas carregam em si mesma a árvore do conhecimento do bem e do mal. Jesus nunca pediu para fazer uma “cartilha psicológica” de regras onde se possa viver, posto que o justo anda pela fé e em busca das melhores virtudes. Jesus nunca pediu a ninguém para ganhar uma identidade de instituição, pelo contrário, pede-se ao homem que ele ache a si mesmo, em um coração que já estava perdido quando nasceu.

O mundo nos traz uma visão errada de quem é Jesus. Ele está para além de todas construções humanas e psicológicas que criamos afim de fazer com que o Evangelho se torne um “personal jesus”, cheios de modismos e caricaturas de vida das nossas almas doentes.

Creio que a maioria das pessoas não entendem ou nunca vão entender realmente o significado do Evangelho no cosmo e principalmente na origem e destino da vida humana. Verão tudo de longe, como quem tem medo de pôr a cara para dentro e olhar com os olhos bem abertos a verdade ou por achar que tudo isso é pesado de mais para si carregar… Pelo contrário o fardo é leve e o medo se desvanece; cria no coração de homens e mulheres, aquilo que Jesus chama de rio de águas vivas que saem de dentro do seu coração, a jorrar para vida eterna.

De fato, só se conhece Jesus mesmo por revelação de Deus ao coração. Daí o Evangelho ser loucura para gregos (pela filosofia) e blasfêmia para judeus (pela religião). Nenhum desses mecânismos humanos tem o poder de trazer a ninguém a consciência da Fé e da Verdade. Vai contra a liberdade e contra nossos sentidos, que são todos inclinados na direção contrária.

Andar no caminho é não precisar de corrimão; é andar com o pé firme na Vida, sabendo que muitas vezes durante a jornada caímos, mas leventamos mais fortes e determinados na fé e na perseverança… É andar na liberdade de ser quem é… É saber que nos somos apenas um “micróbio”  num planeta chamado Terra, num universo de multi-dimensões… É saber que o processo é diário, como metanóia, mudando esse padrão caído que todos temos instalado na alma.

Jesus é muito mais de que todas as coisas meu amigo. Ele não é, e nunca será uma instituição. Ele é o Caminho, a Verdade e a Vida.. E se você quiser conhecê-lo, peça a Deus, mas primeiro despoje-se dessa histórinha de “Jesus de presépio” e seja homem suficiente para querer o Amor de Deus.

Você quer ? Eu quero.. conhecê-lo todos os dias…

Warley Machado

Você sabe quem é ?

O comportamento moderno ou contemporâneo vivido por todos nós do século XXI, várias vezes veio a minha mente como reflexão a que estado de alma o seres humanos estão vivendo, incluindo a mim.

Durante anos a sociedade com sua multiforme expressão comportamental, modificou padrões muitas vezes exteriores de conduta ou padrão de vida, deixando a ela por si só “ser igual para todos os seus participantes”. Como vemos, a história mostra que todos de uma forma fluente aderem ao que está “rolando”. Se você fosse um cidadão mediaval, usaria as roupas pertinentes aquele tempo, tomaria banho no rio, mulheres teriam muitos filhos e homens trabalhariam no pesado. Sendo nos dias de hoje, vestimos jeans, usamos camisa de algodão, tênis Nike, e outros, mas todos no padrão pertinente ao nosso século.

De todos as modificações uma nunca vai mudar: a expressão psicológica do querer, tanto individual, quanto coletivo. Desde dá queda do homem, (não como aquela histórinha do pé de maçã, mas como nós se aproveitamos da oportunidade e desejo de se conhecer o desconhecido, trazendo a toda nossa dimensão um “abrir de olhos”, reconhecendo a complexibilidade do universo como um todo, sabendo que o atemporal existe mesmo não o reconhecendo e também que o mal que vemos existiu muito antes de acabarmos com o planeta e com os outros), nós desejamos apenas construir um império de ilusões, alimentados pelo dinheiro, cobiça, uso do outro, indiferença, olhando apenas para próprio dedão, como se vivesse só no planeta, satisfazendo os seus desejos e pior ainda: sem saber o porque disso tudo. Não se difere em nada os homens que viveram na Mesopotâmia a mais de 7000 anos atrás comigo do ano 2010, já preparando pro 2011.

Todos nós vivemos com a pulsão dos seres viventes, caindo da Graça, e indo em direção ao nada; destituídos de Deus, a mercê do mar que não perdoa seus viajantes, chamado mundo. Alguns julgam saber que conhecem certas coisas, ou que são sábios, mas praticamente a maioria disconhece a si mesmo. O homem que não sabe quem é, que não conhece seus antepassados, que nunca se questinou o porque da vida, vive não muito diferente de um parasita que busca a melhor forma de sobrevivência no seu hospedeiro. Aquele que não conhece sua história, não conhece a si mesmo.

Nos encontramos com muitas pessoas durante a vida, mas nunca se encontramos com o nosso “eu”, nem uma palavrinha se querer. Atualmente ninguém quer se encontrar com a visceral verdade de quem é. Todos tem medo. Medo resultado, medo do que irão descobrir, medo de entrar em depressão, medo de olhar no espelho, não pra ficar bonito, mas para olhar lá dentro. Preferem anestesiar, vivendo de ilusões e auto afirmação diante de um monte de gente que sabe que tudo é uma mentira, mas ainda si dá aquele sorri sarcástico.

Nunca o homem se sentiu tão só. Nunca tanta gente desistiu da família. Nunca se beijou e transou tanto, mas nada de impressionantemente bom ficou… Assim é os dias dos homens na minha época… Cheios de dinheiro, bebidas, mulheres, mas nada no coração.. Festa, beijos, sexo sem nem saber o porque.. a resposta seria prazer? Não meu amigo, se for assim você nunca conheceu o prazer. Quando Jesus me trouxe para o paradoxo de quem eu era, fiquei em choque explendido do AMOR de Deus. Vi que como nós vamos perdendo a identidade a cada dia, como um monte de ilusão, com medo da morte, forçados a viver uma vida introjetada na nossa mente, como o filme do Hannibal, quando ele come o cérebro do cara no jantar. Vi que não sei de nada a respeito do Cosmo, mas descobri e ainda descubro muito sobre mim mesmo, sabendo que na minha fraquessa e que eu sou forte.

Muitos estão sendo comidos e nem vêem, nem sentem. Queimaram-se olhos dos homens..

Mas ainda sim muitos conseguem se ver. Existe muito mais a descobrir..  Digo: Saber quem é, é saber o que se faz na vida… é saber onde estou colocando meus pés… e ter a certeza da vida, sabendo que a morte já morreu.. e ter a verdadeira liberdade diante de qualquer infinitude de vida.

Assim, neste dia eu te pergunto, você realmente sabe quem é ?

Warley Machado.

A culpa e as veredas da vida…

“Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.”

“Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra.” foi o que Jesus disse em defesa a mulher apanhada em flagrante adultério e exposta a vergonha diante dos homens que a acusavam. Conforme a lei, essa mulher teria que ser apedrejada e morta. Os escribas e fariseus tinham a lei, em mãos, como loucos acusadores, questionando Jesus sobre o que fazer. Jesus espantantosamente, inclindo-se escrevia no chão algumas palavras e não respondia nada, enquanto eles insistiam na pergunta. Se Jesus discorda-se estaria contra a lei, concordando, seria um subversivo, além do que ele mesmo dissera que veio salvar pecadores. Jesus sabia o que estava fazendo, tanto com os fariseus e escribas, mas principalmente com a mulher adúltera, envergonhada pela culpa e pelo caminho que sua vida havia tomado até ali.

Psicológicamente falando,  Jesus ao não responder nenhuma pergunta, deixou os doutores da lei repensarem a acusação, posto que vieram  matar a mulher e acusarem Jesus de blasfémia. Ele deixou no ar a questão para que todos aqueles que estavam presente acalma-sem o coração e entende-sem o que ele queria dizer.

Derrepente o Filho do Homem levantou-se e disse:  “Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra.” Ao fazer esta afirmação todos os que estavam ali presentes foram convencidos por suas consciências, sabendo que nenhum homem que existiu ou irá existir é bom; todos pecaram e carecem da glória de Deus. Não ficou um acusador qualquer… Todos foram saindo um a um… Ficando só Jesus e a mulher.

Ele se levantou e disse a mulher: “Onde estão os teu acusadores? Ninguém te condenou ?” ela disse: “Ninguém, Senhor”, assim disse Jesus: “Nem Eu te condeno; podes ir e não peque mais”. Isso é maravilhoso ! Imagine uma mulher naquela época com toda conscência histórica, opressão psicologica, medo da ridícularização e princilpamente pelo julgamento de culpa e vergonha, ver todos os seus acusadores irem embora e ouvir “ninguém te condenou” ? Sem essa conversa com o Mestre dos mestres eu tenho certeza que essa mulher teria se afogado em sua própria consciência. Sem o “Eu também não te condeno”, jamais brotaria em ser humano algum a vida, a paz, a  alegria e o bom ânimo.

É fato que todos nos erramos e vamos errar a vida toda. Mas ninguém deve fazer disso um indulgência para morte, posto que a vida só é vida em Jesus, trazendo ao coração aquilo que é Amor e Verdadeiro.  Uma grande questão neste texto é o “vá e não peques mais”; tendo em mente que a vida vai lhe apresentar mil facetas e alternativas que dão para caminhos de morte. “Vá e não peques mais”; Jesus perdou a todo homem se colocando em seu lugar, trazendo a consciência do perdão. “Vá e não peques mais”; é o que ninguém quer assumir como verdade, posto que preferem esconder quem são e como zumbis, andam atrás do pecado, jogando sua melhores virtudes aos porcos. “Vá e não peques mais”; é o que maioria não quer para si; querem um vá e peques mais, sendo que parace um caminho melhor e fácil. Não ! Eu quero a verdade e quero a vida.. quero a porta estreita..

Jesus tratou aqueles que estiveram com ele todos os dias. Principalmente a Pedro que tinha tantas falhas e veio a ser um grande homem, se considerando indígino de morrer como o Mestre. Da mesma forma a mulher adúltera viu como a reconciliação com sigo mesma lhe trouxe para um ambiente de Paz, Graça e Amor. Essa é a verdadeira liberdade: “Vá e não peques mais” não como aflição psicológica, mais como caminho de vida e consciência e qualquer pessoa que queira viver as veredas da vida tem que ser saber quem é… sendo livre da culpa e inclinados para o AMOR. O chamado não é para a aniquilação do ser ou o encabrestamento da vida, o chamado é da vida para Vida.. e quem tiver coragem Vem e Vê.

Warley Machado

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